Saiba como aumentar a potência contratada para uma habitação.

Saiba como aumentar a potência contratada para uma habitação.

Saiba como aumentar a potência contratada para uma habitação.

Existem, em alguns momentos, a situação de após ligarmos vários elétrodomésticos ou equipamentos em casa ao mesmo tempo, a corrente elétrica é interrompida. Por outroas palavras, o quadro “dispara” deixando o local sem luz. É neste momento que nos damos conta que provavelmente é necessário alterar a potência contratada.

Qual a potência contrada que deve existir numa casa?

A potência da luz é medida em kWh e é a velocidade a que consumimos eletricidade em nossa casa. Existem inúmeros fatores que fazem variar a potência elétrica para cada habitação: O tamanho da casa, o número de pessoas que habitam na mesma ou o maior ou menos número de aparelhos elétricos e o seu modo de utilização.

 

A potência minima que se pode contratar para uma habitação é de 1,15 kWh e o máximo é de 20,7 Kwh. No entanto, a mais comum situa-se nos 3,45 kwh, já que a primeira normalmente é usada em sitios onde só faz falta ter uma luz ligada, como é o caso de uma garagem.

Como alterar a potência contratada numa casa?

Deverá ser contactada a empresa comercializadora com quem tem o contrato de energia elétrica e solicitar a alteração da potência contratada. Para tal, é necessário:

  • Os dados do titular do contrato: Normalmente todos os dados estão numa fatura.
  • A potência a contratar.
  • O CPE (código ponto de entrega, que estará na fatura)

Caso o pedido seja feito pelo telefone, é normal que se proceda a uma gravação da chamada, afim de garantir que a informação recebida e prestada foi a mais correcta. O pedido pode ser efetuado através da internet.

Que potência contratada devo ter?

Como já foi dito, a potência contratada depende de alguns fatores. No entanto, convém sempre aconselhar-se junto da sua companhia elétrica ou, se tiver essa possibilidade, contactar com um eletricista credenciado que terá os conhecimentos necessários para ajudá-lo necessa decisão.

A potência contratada é paga mensalmente na fatura da eletricidade, e apresenta-se como uma taxa fixa. Como é normal, quanto mais alta for a potência, mais se pagará por essa taxa mensalmente.

Em alguns casos poderá ser alterado o valor do kwh (consumo), com base no nível de potência contratado. Desta forma, é sempre aconselhado realizar uma comparação das tarifas de luz.

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Descubra como solicitar a alteração do titular do contrato de luz.

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Descubra como solicitar a alteração do titular do contrato de luz.
A mudança de habitação é um dos principais motivos pelos quais o novo inquilino solicita a alteração do titular do contrato de luz. Se pretende saber quais os passos a ter em conta para proceder à alteração ao contrato, com este artigo iremos ajudá-lo a resolver todas as dúvidas.

 

O que significa a mudar o titular da luz?

A mudança de titular, tal como indica o nome, é uma alteração do responsável do serviço elétrico contratado, ou seja, é mudar o nome do actual titular, para outra pessoa que pretenda ser detentor do contrato, isto é, o novo titular.

Quanto custa a alteração do titular do contrato da luz?

A alteração do titular da luz é um procedimento comum a todas as companhias elétricas, sendo totalmente gratuita a todos os consumidores, tanto no mercado regulado, como no mercado livre de energia.

 

Relativamente ao mercado livre, cada comercializadora de eletricidade, fixa determinadas tarifas que podem ir variando dependendendo das dinâmicas do mercado elétrico e da política de preços dos concorrentes.

 

Para realizar esta mudança de titular, o cliente deverá entrar em contacto com a comercializadora atual, e entregar os documentos solicitados. Em caso de não ter nenhuma fatura do contrato atual, a distribuidora elétrica está disponivel no EDP contactos, e através da morada no local de fornecimento, poderá facultar-lhe os dados necessários para concluir a mudança de titular.

 

Se pretende um apoio mais personalizado e gratuito para poder avançar com esta mudança de titular, a Selectra irá ajudá-lo, basta clicar aqui.

 

Em que situações temos de alterar o titular do contrato de luz? 

 

Como já foi referido, a mudança de casa tende ser o motivo mais usual e necessário para realizar a mudança de titular de contrato de luz. No entanto, existem outras situações que também levam ao pedido de alteração de titular, que podem ser solicitadas por internet, telefone ou nas lojas das comercializadoras, nos seguintes casos:

 

  • Nova habitação: Em situações de aluguer, ou até mesmo em casos de venda, o mais recomendado, é que o antigo titular termine com o contrato, já que não está a usufruir do mesmo.
  • Falecimento do titular: Em caso de falecimento, os familiares deverão encarregar-se deste contrato, e proceder à mudança de nome do titular.
  • Divorcio: Se por ventura, o titular do contrato abandonar o local devido a este motivo, o mais comum é o contrato ser alterado para nome da pessoa que continua na habitação, se assim o desejarem.

 

 

Em qualquer das três situações, os trâmites para a alteração do titular de eletricidade é exatamente igual. Apenas é necessário serem facultados os dados necessários à comercializadora para que se inicie o processo.

Porque se deve solicitar a mudança de titular de luz? 

 

É importante a mudança de titular, já que o antigo inquilino quando deixa o local, em muitos casos, acaba pode se esquecer desse contrato, pois deixa de ter controlo sobre as faturas, seguindo o serviço em seu nome, surgindo situações de dívidas e de suspensão do serviço, isto é, corte de eletricidade.

Por outro lado, mudar o titular, dará toda a responsabilidade ao atual titular de ter todo o domínio do contrato, tendo a possibilidade de realizar qualquer alteração contratual, tal como mudar a potência contratada ou a tarifa em função do seu consumo elétrico.

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Vantagens na Comercialização de um imóvel através de uma Mediadora

Vantagens na Comercialização de um imóvel através de uma Mediadora

Vantagens na Comercialização de um imóvel através de uma Mediadora

Comprar a casa dos sonhos ou vender um imóvel pode ser o maior desafio da vida. Nestes momentos são várias as questões que surgem, não só pela falta de experiência, mas também porque estes são processos burocráticos e, por vezes, complexos. A procura/venda de uma casa implica muito tempo e também alguns conhecimentos.

Perante a venda ou a compra de um imóvel, é comum procurar respostas junto de familiares e amigos, no entanto, cada caso é um caso, e pode não conseguir a ajuda mais eficaz. Portanto, se não quer tornar este processo num pesadelo, pode sempre optar por procurar a ajuda de uma mediadora imobiliária. Esta ajuda pode trazer muitas vantagens, tanto na compra, como na venda.

Comprar uma casa é um investimento grande e a longo prazo, pelo que a escolha tem de ser muito bem ponderada.

Para tal, pode recorrer a uma imobiliária e ter os seguintes benefícios:

Assessoramento de um profissional

A procura pela casa ideal, tanto para, implica tempo e algum ‘know-how’. O mercado imobiliário tem muita oferta a diversos preços, pelo que pode levar algum tempo a pesquisar, encontrar e visitar vários sítios até encontrar o teu “lar doce lar”. Por isso, a melhor solução pode passar por uma mediadora imobiliária, que tem consultores profissionais que conhecem o mercado, analisam os pedidos e pesquisam as melhores opções para o  caso. Assim, terá acesso não só aos imóveis disponíveis nos sites e plataformas, como também a imóveis exclusivos que apenas as imobiliárias podem apresentar.

Permite que se poupe tempo

Com aconselhamento profissional pode poupar muito tempo e encontrar uma casa que dificilmente encontraria sozinho, isto porque os agentes vão procurar (exaustivamente) apenas casas que se enquadrem no  perfil identificado.

Transparência e segurança

Além de conhecimento e tempo, no processo de compra de uma casa é fundamental a análise completa da documentação do imóvel e dos respetivos proprietários. Neste caso, a mediadora imobiliária vai certificar-se que não existe qualquer situação que coloque em causa uma venda segura, como por exemplo se o imóvel se encontra penhorado.

Serviços adicionais

A partir de janeiro de 2019 os agentes imobiliários deixaram de poder tratar, junto das instituições de crédito, do financiamento dos respetivos clientes e potenciais compradores de imóveis. No entanto, e para contornar esta nova lei, algumas imobiliárias começaram a trabalhar em parceria com intermediários de crédito, devidamente certificados pelo Banco de Portugal. Isto significa que se for preciso solicitar, por exemplo, um crédito à habitação , poderá fazê-lo. Este serviço extra permite que sinta segurança e tranquilidade por fazer tudo num só sítio.

Vantagens no processo de venda de um imóvel

O processo de vender uma casa consegue ser bastante complexo, com variadas dificuldades operacionais, administrativas, jurídicas e financeiras, tanto no início do processo como no pós-venda. Para evitar surpresas, pods procurar a ajuda especializada de uma imobiliária, que apresenta várias vantagens, tais como:

Ajuda de um profissional de vendas

Ao optar por vender o seu imóvel através de uma agência imobiliária vai poder contar com a ajuda especializada de um profissional de vendas que vai conhecer o contexto do mercado, vai saber avaliar a zona geográfica onde imóvel está inserido e os valores praticados nessa mesma área. Além disso, e muito importante, este profissional vai saber como vender o teu imóvel de forma eficiente, pois sabe as melhores técnicas de venda, bem como o diálogo que deve ter com o cliente. Vai saber potenciar os pontos fortes da sua casa e saber justificar qualquer questão que o potencial comprador tenha. Este profissional vai dedicar-se exclusivamente ao processo de venda, procurando compradores, divulgando o negócio e acelerando burocracias.

Segurança no processo

A venda de um imóvel é um processo burocrático que exige que a documentação do imóvel e dos seus proprietários esteja legalmente em ordem. Basta falhar um documento para impedir a venda da propriedade. E, aqui, entra de novo o papel importantíssimo da mediadora imobiliária que analisa se está tudo regularizado. Caso não esteja, a mediadora tem o conhecimento para conseguir examinar e sugerir medidas para a sua regularização de modo a possibilitar a venda.

Disponibilidade total para fazer visitas

A partir do momento em que coloca a sua propriedade à venda, é crucial que haja disponibilidade para atender o telefone e agendar visitas. O que pode não ser fácil conciliar com a sua vida pessoal e profissional. Com a ajuda de um profissional, que já possui um plano de atendimento, vais conseguir assegurar que não perde nenhuma oportunidade de venda.

Forte divulgação

Hoje em dia, os canais online são os canais mais poderosos de divulgação imobiliária. Além do seu imóvel estar presente no site da mediadora imobiliária, esta também vai garantir que vai estar presente nas principais plataformas de venda de imóveis.

Através das ferramentas de marketing digital, onde são aplicadas palavras-chave, geolocalização, entre outros recursos, o agente imobiliário vai conseguir direcionar o público certo para o seu anúncio. Isto vai permitir que haja um grau de assertividade superior e que a venda possa ser mais rápida.

Conclusão do processo e pós-venda

O processo não termina quando é realizada a venda. A mediadora imobiliária também vai estar presente para tratar de qualquer imprevisto que possa surgir no pós-venda, seja com o próprio imóvel, seja com a documentação. Seja qual for a questão, o profissional está dotado do conhecimento necessário para  ajudar a solucioná-la.

Embora sejam muitas as vantagens de recorrer a uma mediadora imobiliária para a venda de uma propriedade, relembramos que é necessário pagar comissões e honorários, bem como assinar um contrato  com a imobiliária em questão.

Neste momento, nenhuma instituição financeira pode financiar mais do que 90% do valor da escritura de aquisição. Portanto, a forma mais simples e viável para conseguires um crédito à habitação com 100% financiamento passa por adquirir um imóvel do banco. Embora sejam imóveis hipotecados que se encontram no poder das instituições bancárias, também poderá ter acesso aos mesmo através das mediadoras imobiliárias que têm parceria com as entidades bancárias.

Em suma, a ajuda de uma mediadora imobiliária torna o processo de compra e venda de uma casa mais fácil, mais rápido e mais eficaz. Juntando profissionais imobiliários e profissionais financeiros, irá certamente ter as melhores opções à sua escolha.

Fonte: “ O Idealista “

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Saiba como aumentar a potência contratada para uma habitação.Existem, em alguns momentos, a situação de após ligarmos vários elétrodomésticos ou equipamentos em casa ao mesmo tempo, a corrente elétrica é interrompida. Por outroas palavras, o quadro “dispara” deixando...

Vantagens na Comercialização de um imóvel através de uma Mediadora

Como proceder em caso de ruído no bairro, a incomodar

Como proceder em caso de ruído no bairro, a incomodar

O excesso de ruído causado por um novo estabelecimento comercial pode deixar a vizinhança de um bairro “zangada”. Ficar a saber como proceder com uma situação idêntica a esta no tema de hoje da Deco Alerta.

Há menos de um mês foi inaugurado um novo estabelecimento comercial no nosso bairro e desde daí nunca mais tivemos sossego. Gostávamos de saber como pode a vizinhança lidar com o excesso do ruído?

O vosso problema é comum e para conseguirem ter novamente as merecidas horas de descanso deixamos alguns conselhos:

Existe legislação particularmente exigente no que respeita à proteção da propriedade, destacando-se a proibição de ruído, que é realmente uma das queixas mais frequentes entre vizinhos.

Então como agir? Podes dirigir-te à câmara municipal e confirmar se o estabelecimento comercial que mencionas está devidamente autorizado a desenvolver a sua atividade comercial e em que horário o pode fazer. Podes inclusivamente auscultar outras questões do funcionamento desse estabelecimento, como por exemplo se está autorizado a ter esplanada.

Deves recolher toda a informação disponível sobre a licença de funcionamento e de horário, dando especial atenção ao horário estipulado. Após essa análise, o passo seguinte é fazer uma queixa à autarquia, explicando o vosso ponto de vista e exigindo uma ação de fiscalização. Supondo que o estabelecimento está em funcionamento até às 02h00, deverás reforçar o transtorno que o ruído decorrente dessa atividade provoca nos vizinhos.

Obviamente conseguir o apoio de outros condóminos do prédio e prédios vizinhos é uma mais-valia e uma forma de dar força à tua pretensão.

Feita a reclamação e depois da fiscalização, a câmara municipal pode ordenar ao proprietário do estabelecimento que adote medidas para minimizar ou eliminar os ruídos como, por exemplo, limitar o horário de funcionamento (até às 24h00). Em casos de extrema gravidade, pode inclusivamente rever o licenciamento atribuído e retirar a dita licença ao estabelecimento.

Se a situação não se resolver, terão de recorrer à via judicial para fazer valer os vossos direitos.

Fonte: ” Deco Proteste “

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Saiba como aumentar a potência contratada para uma habitação.Existem, em alguns momentos, a situação de após ligarmos vários elétrodomésticos ou equipamentos em casa ao mesmo tempo, a corrente elétrica é interrompida. Por outroas palavras, o quadro “dispara” deixando...

Bancos devolveram 1,8 milhões aos clientes relativos à Euribor negativa

Bancos devolveram 1,8 milhões aos clientes relativos à Euribor negativa

Bancos devolveram 1,8 milhões aos clientes relativos à Euribor negativa

O cálculo é da Deco, quando se completa um ano da entrada em vigor da medida que obriga os bancos a reflectirem o valor negativo da taxa de juro.

Não é muito, mas bancos já estão a devolver alguns euros a uma pequena parte dos clientes com empréstimos à habitação.

A associação para a defesa do consumidor Deco calcula que, no último ano, a banca devolveu cerca de 1,8 milhões de euros aos clientes com empréstimos à habitação devido às taxas Euribor negativas.

Completa-se  que entrou em vigor em Portugal a lei que obriga a banca, perante taxas de juros negativas, a pagar esse diferencial negativo aos clientes dos contratos em que o cálculo resulte em juros abaixo de zero. O valor apurado é pago na conta de depósito à ordem associada ao contrato, não abatendo directamente ao montante em dívida, como inicialmente se pretendia.

“Cinco euros de valor de devolução mensal do contrato, vezes 12 meses e 30 mil contratos, dá um valor aproximado, neste último ano, de 1,8 milhões de euros devolvidos aos clientes pela banca”, disse à agência Lusa o economista da Deco/Proteste Nuno Rico.

“Esse valor tem um impacto muito reduzido para a banca”, defendeu Nuno Rico, considerando que os valores devolvidos aos clientes bancários são “perfeitamente justificáveis” e que introduz “justiça”.

A Deco faz um “balanço positivo” deste último ano de aplicação desta lei, mas critica o atraso na publicação e entrada em vigor que, na opinião do economista, fez os consumidores perder, pelo menos, dois anos de juros negativos nos créditos à habitação.

As taxas Euribor a três, a seis e a 12 meses entraram em terreno negativo em 2015, em 21 de Abril, 06 de Novembro e 05 de Fevereiro, respectivamente.

Quando as taxas de juro começaram a ficar negativas, os bancos estabeleceram inicialmente um spread (margem de lucro dos bancos) mínimo, mas não descontavam sequer o valor negativo da Euribor aos clientes.

Foi ainda em 2015 que, após uma recomendação do Banco de Portugal, a banca começou a reflectir os valores negativos no spread, mas apenas até ao limite do valor do próprio spread, não permitindo assim que ficasse negativa a taxa final aplicada ao crédito à habitação.

“Com a descida das Euribor para valores históricos, em muitos dos créditos contratados entre 2006 e 2008, quando os spreads era normal serem inferiores 0,3% ou 0,5%, houve casos em que a média da Euribor negativa superava o valor do spread e havia casos em que a taxa final aplicada ao crédito era negativa e a banca aplicava taxa zero”, afirmou.

Fonte. “Jornal Público”

O cálculo é da Deco, quando se completa um ano da entrada em vigor da medida que obriga os bancos a reflectirem o valor negativo da taxa de juro.

Não é muito, mas bancos já estão a devolver alguns euros a uma pequena parte dos clientes com empréstimos à habitação.

A associação para a defesa do consumidor Deco calcula que, no último ano, a banca devolveu cerca de 1,8 milhões de euros aos clientes com empréstimos à habitação devido às taxas Euribor negativas.

Completa-se  que entrou em vigor em Portugal a lei que obriga a banca, perante taxas de juros negativas, a pagar esse diferencial negativo aos clientes dos contratos em que o cálculo resulte em juros abaixo de zero. O valor apurado é pago na conta de depósito à ordem associada ao contrato, não abatendo directamente ao montante em dívida, como inicialmente se pretendia.

“Cinco euros de valor de devolução mensal do contrato, vezes 12 meses e 30 mil contratos, dá um valor aproximado, neste último ano, de 1,8 milhões de euros devolvidos aos clientes pela banca”, disse à agência Lusa o economista da Deco/Proteste Nuno Rico.

“Esse valor tem um impacto muito reduzido para a banca”, defendeu Nuno Rico, considerando que os valores devolvidos aos clientes bancários são “perfeitamente justificáveis” e que introduz “justiça”.

A Deco faz um “balanço positivo” deste último ano de aplicação desta lei, mas critica o atraso na publicação e entrada em vigor que, na opinião do economista, fez os consumidores perder, pelo menos, dois anos de juros negativos nos créditos à habitação.

As taxas Euribor a três, a seis e a 12 meses entraram em terreno negativo em 2015, em 21 de Abril, 06 de Novembro e 05 de Fevereiro, respectivamente.

Quando as taxas de juro começaram a ficar negativas, os bancos estabeleceram inicialmente um spread (margem de lucro dos bancos) mínimo, mas não descontavam sequer o valor negativo da Euribor aos clientes.

Foi ainda em 2015 que, após uma recomendação do Banco de Portugal, a banca começou a reflectir os valores negativos no spread, mas apenas até ao limite do valor do próprio spread, não permitindo assim que ficasse negativa a taxa final aplicada ao crédito à habitação.

“Com a descida das Euribor para valores históricos, em muitos dos créditos contratados entre 2006 e 2008, quando os spreads era normal serem inferiores 0,3% ou 0,5%, houve casos em que a média da Euribor negativa superava o valor do spread e havia casos em que a taxa final aplicada ao crédito era negativa e a banca aplicava taxa zero”, afirmou.

Fonte. “Jornal Público”

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Lisboa: terminal de contentores de Alcântara vai ter investimento de 122 milhões

Lisboa: terminal de contentores de Alcântara vai ter investimento de 122 milhões

A empresa concessionária do terminal de contentores de Alcântara, em Lisboa, prevê investir 122 milhões de euros até 2038, para modernizar e tornar mais eficiente a atividade operacional daquela infraestrutura portuária.

Os planos de investimento foram apresentados esta terça-feira (16 de julho de 2019), durante a cerimónia de assinatura de um memorando de entendimento para a renovação da concessão do terminal de contentores de Alcântara, entre a administração do Porto de Lisboa e a Liscont, empresa do grupo Yilport, escreve a Lusa.

O acordo contempla o alargamento da concessão até 2038 e um plano de investimentos de 122 milhões de euros, também até àquele ano, que prevê intervenções em infraestruturas (26,5 milhões), aquisição e implementação de infraestrutura tecnológica (2 milhões) e aquisição e instalação de equipamentos (93,5 milhões).

De referir que a maior fatia deste investimento será concretizada nos próximos dois anos (2020 e 2021), durante os quais serão gastos 44,1 milhões de euros, prevendo-se a aquisição de dois novos pórticos de cais e seis novos pórticos de parque, além de investimentos direcionados para a formação segurança e certificação das operações.

“É importante para fazer crescer as capacidades da nossa economia, de uma forma eficiente e sustentável. É, de facto, um investimento substancial, sendo que grande parte deste investimento é, efetivamente, no aumento e na melhoria da capacidade operacional, da produtividade, da eficiência energética, da eficiência ambiental”, disse a ministra do Mar, Ana Paula Vitorino, no final da cerimónia.

Segundo a governante, o investimento no terminal de contentores de Alcântara vai permitir receber navios e cargas maiores, sem que isso implique demora ou perda de produtividade.

Ana Paula Vitorino adiantou, de resto, que o Porto de Lisboa pretende aumentar o escoamento dos produtos por via fluvial e ferroviária, prevendo-se uma aposta na Plataforma Logística de Castanheira do Ribatejo, no concelho de Vila Franca de Xira, até 2022.

Já o presidente do grupo Yilport, Robert Yildirim, justificou o investimento em Portugal pela estabilidade económica do país. “Nós acreditamos que a economia portuguesa não é grande, mas é estável. Gostamos da forma como cresce. Lisboa tinha infraestruturas horríveis e estava tudo por fazer”, referiu o empresário turco, salientando que o grupo precisa de apoio “para ajudar a economia” nacional a crescer.

Fonte: O Idealista”