A Värde Partners, empresa global de investimento, anunciou que fundos geridos por si adquiriram a Imopólis – Sociedade Gestora de Fundos de Investimento Imobiliário, SA (“Imopólis”), gestora portuguesa de activos imobiliários, e o fundo imobiliário fechado ImoDesenvolvimento.

O portefólio imobiliário adquirido inclui parques empresariais, escritórios e activos de terrenos comerciais na Grande Lisboa, e representa valor bruto de activos de 186,6 milhões de euros.

A Värde Partners gere um portefólio avaliado em 14 mil milhões de dólares (12,8 mil milhões de euros) de diferentes tipos de activos um pouco por todo o mundo. Criada há mais de 30 anos nos EUA, a Värde emprega mais de 300 pessoas em todo o mundo, com sedes regionais em Minneapolis, Londres e Singapura.

Constituída em Outubro de 1993 pelo Grupo José de Melo, a Imopólis focou-se ao longos dos seus 25 anos de actividade na administração, gestão e representação de activos imobiliários, actuando exclusivamente no mercado nacional.

Ricardo Valente, CEO da Imopólis, comenta que «este é o início de uma fase entusiasmante para a empresa. A Värde será um grande parceiro, fornecendo capital e capacidade técnica para podermos expandir o nosso portfólio em Lisboa e nas áreas circundantes».

Francisco Milone, Partner e Head of European Real Estate na Värde Partners, comenta que «trabalhando com o Ricardo e a sua equipa muito experiente, vamos executar a nossa estratégia de busca por oportunidades no mercado português, que atravessa um período de crescimento e recuperação da economia. Portugal é compatível com a nossa estratégia para o Sul da Europa».

A Värde planeia “usar a plataforma para investir em Portugal e construir uma posição no mercado imobiliário local”. O crescimento dos arrendamentos, combinado com baixas taxas de ocupação e escassez de oferta, especialmente para escritórios de qualidade, levou a um desequilíbrio entre oferta e procura no mercado de escritórios de Lisboa e contribui para um ambiente de investimento favorável – afirma o comunicado da empresa transnacional.

Fonte: “Diário Imobliário”